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Paraíba Pesquisa

COVID-19: Fiocruz afirma que Paraíba teve segunda onda em dezembro

No mundo inteiro, foram confirmados 83,43 milhões de casos de covid-19 ao longo do ano passado, com 1,82 milhão de mortes.

14/01/2021 11h14
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Por: Imaculada Online Fonte: Imaculada Online
COVID-19: Fiocruz afirma que Paraíba teve segunda onda em dezembro

Um estudo da Fiocruz indica que um grupo de estados brasileiros apresenta uma evolução mais próxima a uma possível segunda onda, com picos em meados de 2020 e outro em dezembro, da pandemia do novo coronavírus. São eles: “Bahia, Paraíba, Espírito Santo e Rio de Janeiro”, aponta o documento.

O Brasil identificou o primeiro caso de covid-19 em 26 de fevereiro, em um cidadão de São Paulo que chegou da Itália. Em março, o número de casos chegou a 4.579, e o de mortes, a 159.

O país atingiu 1 milhão de casos em junho, mês em que o número de mortes chegou a 58.314. A partir daí, o número de infecções confirmadas saltou cerca de 1 milhão por mês até dezembro, quando fechou o ano em 7,68 milhões. Já o número de óbitos pela doença no país em 2020 chegou a 195.742.

No mundo inteiro, foram confirmados 83,43 milhões de casos de covid-19 ao longo do ano passado, com 1,82 milhão de mortes.

Evolução da pandemia

O boletim destaca que a pandemia se espalhou no Brasil de forma inicialmente mais lenta que na Europa e Ásia e formou um “extenso patamar de transmissão” desde junho, com ligeira queda em setembro e retorno a níveis altos no fim do ano. Os pesquisadores apontam que Brasil, Reino Unido, Itália e Espanha apresentam padrão semelhante de alta incidência e mortalidade, destacando-se dos outros países.

De acordo com o boletim, a situação mais alarmante e complicada é a dos Estados Unidos, que tem as maiores taxas de incidência e mortalidade e a sobreposição de três ondas epidêmicas, que não mostram sinais de arrefecimento.

No Brasil, os estados com maior incidência de casos por 100 mil habitantes ao longo de 2020 foram Roraima, Amapá, Tocantins e Santa Catarina, além do Distrito Federal. Quanto às mortes por 100 mil habitantes, as taxas foram mais altas no Amazonas, em Roraima, no Pará, Ceará, Rio de Janeiro, em Mato Grosso e no Distrito Federal.

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