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Saúde

Amamentar é bom para saúde da mãe e do bebê, diz pediatra.

Amamentar gera um fortalecimento do sistema imunológico das mamães, tendo em vista que ele e promove as mulheres que amamentam uma sensação de força.

18/08/2019 10h09
Por: Edgar Júnior
Fonte: Imaculada Online
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Conhecido como ouro em forma de líquido, o leite materno tem muitos poderes. Um deles é o de proporcionar aos bebês nutrientes necessários para o seu bom desenvolvimento. Neste dia 1º de agosto, data que marca o início da Semana Mundial de Amamentação, que neste ano traz como tema “Capacite os pais e permita a amamentação, agora e no futuro!”, o objetivo é incentivar a amamentação e enfatizar a importância do envolvimento de todos os familiares que, muitas vezes, é visto apenas como uma missão da mulher.

A médica pediatra e chefe do setor de Pediatria do Hospital do Hapvida em João Pessoa, Georgia Campos, ressalta que a amamentação garante uma série de fatores que beneficiam mãe e filho. “Além de fortalecer o vínculo entre a mãe e o bebê, a amamentação diminui os riscos de a mulher desenvolver anemia, osteoporose, doenças cardíacas, câncer de mama e de ovário, depressão e hemorragia pós-parto. Amamentar é um ato prazeroso, que aumenta a autoestima e faz um bem enorme ao corpo, a alma e ao coração”, pontua.

Amamentar gera um fortalecimento do sistema imunológico das mamães, tendo em vista que ele e promove as mulheres que amamentam uma sensação de força.

“Para a mulher que amamenta saber que o filho vai encontrar o melhor alimento a partir do leite materno produzido pelo seu próprio corpo e que o bebê cresce saudável, gera uma força para vencer cada etapa dessa nova fase da vida que, muitas vezes, é desgastante, mas absolutamente compensada pela alegria de poder auxiliar no desenvolvimento da criança”, explica a pediatra.

A pediatra ainda explica que o leite humano possui numerosos fatores imunológicos que protegem a criança de infecções. “Os anticorpos IgA no leite humano são um reflexo dos antígenos entéricos e respiratórios da mãe, ou seja, ela produz anticorpos contra agentes infecciosos com os quais já́ teve contato, proporcionando, dessa maneira, proteção à criança contra os germens prevalentes no meio em que a mãe vive”, conclui.

 

Créditos: Portal Correio

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